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Perguntas frequentes sobre os novos vidros com impressão digital

Esclareça todas suas dúvidas sobre esse produto revolucionário do ramo de vidros.

Parece descrição de livro de ficção científica: um arquiteto cria, desenha ou captura uma imagem de um quadro, foto ou livro e aplica esse desenho na fachada inteira de seu projeto ou peça, sem se preocupar com o tamanho ou se o desenho possui uma quantidade de cores exagerada que possa inviabilizar pelo custo. Por fim, na etapa de execução, o fornecedor de vidros fornece as peças com fragmentos que formarão essa grande imagem, com resistência mecânica idêntica à dos vidros serigrafados e durabilidade do tema impresso de aproximadamente 50 anos sem alteração das cores originais.

Em outra possibilidade, o designer de interiores pode imaginar as mesas de uma lanchonete com tampos de vidro personalizados com o logotipo e inscrições referentes ao estabelecimento. Ou ainda, em projetos residenciais, imaginar divisórias ou paredes revestidas com vidro impresso com grafismos ou estampas exclusivas.

Em breve talvez vejamos vidraçarias de alto padrão oferecendo boxes com imagens exclusivas que os próprios clientes podem escolher, retiradas de fotos, livros, quadros ou criadas por eles próprios na tela de um computador.

As possíveis opções se estendem ainda à possibilidade do vidro ser utilizado como revestimentos diversos, com texturas que imitam a madeira, a areia, o tecido e pedras como o ônix, o mármore e outras.

Tudo isso já é possível de ser executado no Brasil, graças ao sistema de impressão de alta definição e grande durabilidade que utiliza um esmalte cerâmico especial como tinta. Em seguida, o vidro que recebe a imagem é submetido à temperatura de 600 graus centígrados, com rápido resfriamento, o que faz com que a peça se torne um vidro temperado impresso.

Para explicar melhor essas novas possibilidades a Speed Temper, que possui esse equipamento instalado em sua sede, responde abaixo as perguntas mais frequentes sobre esse produto.

Vidros com impressões digitais são bastante utilizados no exterior?

Vidros pintados e decorados com as impressoras digitais já são bastante utilizados na Europa, Estados Unidos, Ásia e na Austrália/Nova Zelândia desde 2007.

Em que aplicações os vidros com impressões digitais são utilizados?

As várias aplicações são vidros automotivos, vidros para construção naval, vidros blindados, vidros para design e decoração, vidros com texturas (imitações de madeira, tecidos, metal ou texturas totalmente novas e originais) e vidros para construção civil.

A impressora permite impressão em uma fachada inteira?

Muitas fachadas inteiras de prédios novos ou reformados foram inteiramente produzidas com vidros decorados com imagens impressas por essas impressoras digitais de última geração.

No caso de impressão em uma fachada, como ficaria a visibilidade de dentro para fora? Seria semelhante, por exemplo, à visibilidade e o sombreamento que se obtém utilizando vidros serigrafados?

A visibilidade de dentro para fora depende basicamente de dois fatores. Primeiramente da porcentagem de cobertura do vidro, que pode ser totalmente ou parcialmente pintado. Em segundo lugar, da opacidade da aplicação da tinta, que pode ser ajustada de 25% (translúcido) a 100% (totalmente opaco). A regulagem da opacidade da tinta corresponde à quantidade de gotas de pintura/pixel e pode ser ajustada de 1 gota/pixel (25%) até 4 gotas/pixel (100%). Portanto, a flexibilidade do processo de impressão digital não tem comparação com a impressão serigráfica, que não permite esse ajuste da opacidade.

Aplicado em fachadas ou placas em áreas externas, qual a resistência da impressão à ação do tempo? Seria total como acontece no caso dos vidros serigrafados?

A resistência da impressão à ação do tempo (chuvas ácidas) e à exposição aos raios UV do sol é até mesmo maior que nos vidros serigrafados. Um esmalte cerâmico especial, utilizado no processo da impressão digital deve necessariamente ser queimado e vitrificado à temperatura de 600°C, motivo pelo qual os vidros têm necessariamente que ser temperados ou curvados para atingir essa temperatura.

Existem exemplos de prédios inteiros onde a aplicação do esmalte foi feita na face um (externa em contato com a chuva e o sol) sem nenhuma alteração de coloração após vários anos, embora se recomende a aplicação na face dois (interna). O esmalte vitrificável não desbota ou perde as cores com o passar do tempo, como acontece com os vidros decorados com “tinta a frio”, com cura UV ou com nanotecnologia.

Como exemplo aproximado, o custo de uma peça de vidro com impressão digital vitrificada poderia chegar ao de um vidro serigrafado? Ou seria muito maior?

A comparação é difícil de ser feita, já que não tem como comparar uma peça serigrafada com uma ou duas cores com uma peça com impressão digital multicolorida. Na verdade, as duas tecnologias não competem, mas se complementam.

 

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